Revista,  Saúde Mental

Jogue tudo para o alto: um manifesto para sermos plenos

Chega! Sim, chega! Chega uma hora que você simplesmente está cansado. Cansado demais para aguentar, para ter paciência, para olhar para determinadas coisas e pessoas e manter aquele belo sorriso escravizado pelo medo da reprovação alheia.

Somos escravos de nossas tentativas de agradar os outros, as vezes suprimindo o que de fato nos é mais profundo. Por quanto tempo mais iremos ignorar nossa natureza, nossos desejos, impulsos, vontades apenas para ver os sorrisos alheios? Às vezes é inevitável, às vezes pegar tudo em nossos braços e fazer um movimento de jogar tudo pro alto é libertador e sim este texto é sobre liberdade.

Liberdade para aqueles que são escravos, escravizados em suas inseguranças, medos, incertezas, que precisam da aprovação alheia para ter a convicção de que estão fazendo a coisa certa. Aqueles surdos que escutam o mundo ao redor mais não escutam o próprio coração, a própria intuição.

Meu amigo, trago um conselho: liberte-se! Livre-se disso. Você vive a vida apenas uma vez! Não viva para os outros, não viva se ignorando e fazendo muitas vezes o que você não quer só para ter companhias e isenções de culpa. Assuma a responsabilidade, dói, mas é o único jeito, a única maneira de se viver uma vida de plenitude.

Pare de se esconder nas vontades das outras pessoas, não se esconda mais do mundo, se mostre e você vai obter respostas maravilhosas, o mundo é dos que ousam colocar a cara para bater, dos que não tem medo de serem julgados, dos que não seguem formulas prontas, dos que ousam fazer tudo ao contrário e provam seu ponto.

Olhe para dentro de si mesmo e se pergunte a cada pequeno instante, o que eu quero fazer? Eu posso fazer isso? Estou deixando de fazer o que quero pura e simplesmente para agradar os outros?

Tire férias dessa missão, faça um teste, faça apenas o que você estiver afim e depois conte, escreva, relate, como você se sentiu, culpado ou livre?

Não quero me tornar repetitiva, mas você só vive uma vez e no final quem vai analisar o placar é você mesmo. Jamais deixe de ser quem você é de fazer o que você quer. Em um hospital vários pacientes terminais foram questionados sobre quais eram seus maiores arrependimentos na vida e a gritante maioria deles respondeu que se arrependiam do que não tinham feito e não do que fizeram. Então faça!

Para fechar vou deixar o link de um vídeo que, pra mim, serve como uma imensa motivação, não seja uma pessoa “mais ou menos” seja você por completo, liberte-se, mostre-se, se reinvente, mas por favor livre-se desta prisão de não estar onde você quer, de se desagradar pelo outro. Seja pleno!

27 anos, filósofa, tatuadora, empresária apreciadora das artes, esportes, viagens, natureza.

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